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14 de set de 2014

Fidelidade, Obediência e Honra

Shalom! ♡

No último Domingo (14), meditamos sobre a história de três mulheres: Orfa, Rute e Noemi.

Noemi, era sogra de Orfa e Rute. Após perder seu esposo e dois filhos, percebeu que lhe restava apenas suas duas amadas e queridas noras. Mesmo assim, Noemi não foi egoísta. Ela compreendeu que suas noras estavam livres para deixá-la e casarem novamente com outros homens. Ela compreendeu que a aliança que havia entre elas, fora quebrada pela própria lei (que permitia o segundl casamento em caso de morte). Tenso tomado a decisão de liberá-las, Noemi resolveu que voltaria à sua terra (Belem), lugar onde viviam seus familiares. E durante longa parte so percurso, suas duas noras escolheram seguir com ela. Até que em um determinado ponto daquela caminhada, Noemi virou à suas duas noras e disse: "Vocês devem voltar para terra de vocês. Eu sou grata por tudo o que fizeram por mim, mas, não irei obrigá-las a irem comigo". Foi quando Orfa resolveu que voltaria para a terra de seus pais. Já Rute, tomou uma atitude surpreendente. Virou à sua sogra e disse: "Não insista para que eu te abandone. Pois aonde quer que for, irei contigo. O seu povo será o meu povo. O seu Deus será o meu Deus. Aonde morrer, ali quero ser enterrada. E que Deus faça o que Ele quiser comigo, se eu permitir que algo, a não ser a morte, me separe da senhora". E juntas, seguiram adiante.

A sabedoria de Rute me inspira, pois ela entendeu claramente que tinha uma aliança espiritual com Noemi. Emtendeu que os planos de Deus para sua vida, eram ao lado de Noemi. Rute estava disposta a seguir em frente, lado a lado com sua sogra.

Essa história me remete essa canção do Ministério de Louvor Diante do Trono (cristã-protestante) inspirada na palavra de Deus, que diz: "Irei contigo, onde quer que fores meu Senhor. O Teu chamado, cumprirei na alegria ou na dor."

O que aprendemos esse Domingo, foi PROVAR fidelidade ao nosso Deus e à todas as pessoas que Ele colocou em nossa jornada; aprender com Jesus a provar obediência e fidelidade aos nossos pais biológicos/adotivos/espirituais (e ao nosso Pai), aprender com Jonas e Davi à sermos fiéis aos nossos verdadeiros amigos, aprendermos com os discipulos de Jesus à sermos fiéis ao nossos líderes/mentores (e ao nosso MELHOR e MAIOR amigo!)... E por fim, aprender com Rute e Noemi, que o melhor caminho é o caminho da obediência, da honra e da fidelidade.

Para refletir:

Você tem sido como Orfa que volta para trás? Como Noemi que após dores e perdas, escolhe seguir em frente? Ou como Rute, que foi capa de deixar tudo para trás e enxergou além, e mesmo sem saber ao certo o que estava por vir, escolheu seguir LADO A LADO a pessoa que a amou verdadeiramente e a aproximou de Deus? Você escolhe regredir ao lugar de luto e dor, ou escolhe seguir adiante, sendo fiel até o fim?

Pense nisso.

E sobre as pessoas que estão a sua volta... Será que elas te amam ao ponto de dizer: "Irei contigo por onde você for. O teu povo será o meu povo. O teu Deus será o meu Deus."?

Fica a reflexão.

Tenha uma ótima semana!

No amor do Criador;
Thaís Lira - Família Geração Profética

5 de set de 2014

Estamos de volta ♡

Shalom! ♡

Depois de muito tempo, muitas mudanças, muitas histórias... Estamos de volta ao nosso amado blog. Gostaria de pedir perdão pelo sumiço. E agradeço a cada pessoa que entrou em contato conosco, e mencionou o blog, dizendo que os artigos que publicamos aqui, estavam edificando cada uma delas. Recebemos testemunhos muito fortes, mesmo depois de muito sem escrever. Aproveito e agradeço a cada um que curtiu nossa nova página no Facebook. Obrigada por tudo! Somente o nosso amado Criador, pode retribuir todo este carinho. Sintam-se abraçados! Faremos o possível para manter nosso blog.

Fiquem de olho, pois teremos muitas novidades em breve!

E não deixem de nos acompanhar pelas redes sociais. 

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17 de mai de 2013

De onde vem tanto amor?

Por Thaís Lira

"...Nada poderá separar-nos do amor de Deus" (Romanos 8:35-39)

Estive pensando sobre o amor de Deus. Um amor que mesmo diante de nossas falhas, defeitos, erros e até mesmo pecados - nos fez filhos, nos fez livres e pode nos fazer santos. Santos de Deus. Um amor que nunca falha, amor constante. Aquele amor que se pudéssemos mensurar, nos faltaria folego. Se pudéssemos entender, nos faltariam palavras.

Nós, como homens, errantes, frágeis - sabemos o quanto a sensação de abandono nos deixa opressivos e presos a ideia de que ninguém dá a mínima para nós - Pensamentos que muitas vezes, colocado em nosso coração e em nossa mente pelo inimigo, com a finalidade de nos fazer parar. E maioria das vezes, parte de nossa própria imaginação: "Ninguém gosta de mim", "Estou só no mundo", "Não sou amado", "Jamais serei alguém", "Estou sempre decepcionado", "Meu coração está sempre fraco"... Pensamentos típicos de quem não consegue enxergar o cuidado de seu Criador.

Então, de forma constrangedora, percebo que o amor e presença de Deus são a garantia e o motivo de eu estar aqui, bem vivo. Por mais que o mundo tente me trazer uma dor insuportavelmente dolorosa, o amor de Deus me abraça com força, segura meu choro e recompõe meu ar. E com doce voz, acariciando meu ser, Ele diz "... não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei..." (Isaias 49: 15-16).

Caro amigo,
o que te uniu a Cristo, não foi apenas um livro, uma coroa de espinhos, uma cruz. O que te uniu a Cristo, foi AMOR.

Sintam-se amados e abraçados por nosso Criador.




26 de mar de 2013

Meditarei nas tuas maravilhas

Por Thaís Lira

Me lembro, que dançava: "Quero te conhecer, quero te conhecer, quero te conhecer mais e mais". E foi assim por vários anos. Eu pedi. E o Senhor ouviu minha oração. Eu não imaginava, mas a cada louvor que eu 'dançava', o Senhor recebia como clamor. E hoje, tenho experimentado o peso da glória de Deus. Literalmente. Em gênero, número e grau - tenho experimentado e conhecido o Senhor, dia após dia. 

Mas, para que isso acontecesse - eu precisei me purificar, me limpar de todos os meus erros. Só experimentei e tenho experimentado a glória de Deus, por que abri mão de mim, do meu eu, para ser e fazer a vontade de Deus.

"... se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra [...] preparado para toda boa obra." (2ª Timóteo 2:21)



E me render a vontade de Deus, foi a melhor escolha que fiz em minha vida. Como disse, tenho experimentado a glória de Deus. E hoje, vou contar sobre um episódio que a Companhia viveu recentemente.

No último Sábado, tivemos um momento especial com nossos irmãos e parceiros ministeriais da Comunidade Batista Reconquista. Durante o ano de 2012, nós estávamos lá levando o projeto de Aula de Dança Ministerial. Até que no final do ano, acabou o período que passaríamos ali. Então, a Lívia Souza foi ungida e escolhida das próprias mãos de Deus e colocada como líder do ministério de dança que foi levantado ali - Jeová Shammah é o nome desse novo ministério. A Lívia é integrante da Cia. Geração Profética, e agora, é líder do Jeová Shammah. Nossa amada irmã! Considero como filha! Amo sobremaneira. E Sábado, ela nos convidou para participar do Culto de Louvor e Adoração que eles teriam na Comunidade Batista. E atendendo o convite, fui eu, e a Bia Campel (que está sendo preparada para tomar posse da vice-liderança da Companhia). Me lembro, que durante a semana, em uma conversa com Deus para saber qual música ministraríamos, o Senhor foi bem claro sobre a música que deveríamos fazer. Mas eu tive medo, duvidei e preparei outra música. 



Ao chegar na Comunidade Batista, senti que ali já havia se tornado lugar da adoração. E ao chegar ali, fiquei realmente em dúvida sobre qual música eu daria ao rapaz do som para ministrarmos. Mas não adianta, por mais que a gente mude os planos, é a vontade de Deus que prevalece.

Na hora da ministração, o rapaz do som, colocou exatamente a música qual Deus havia nos ordenado para ministrar. E assim, aquelas pessoas seriam extasiadas pela presença do Espírito Santo. 




Palavras me faltam. O que eu não imaginava naquela noite, é que toda a igreja seria impactada pela presença do nosso Deus. O amor de Deus está latejando dentro de mim. Estou muito, muito, muito grata a Deus, por ter nos usado grandemente naquele lugar. Sabemos que naquele dia, cada uma daquelas pessoas, entenderam que a dança pode sim ser transformada em plena adoração. E sobretudo, entenderam, que a adoração pode sim ser em forma de dança.

E agora, o que me resta fazer... É meditar nas maravilhas que o Senhor tem feito.

"Meditarei [...] nas tuas maravilhas" (Salmo 145:5)

Aproveito e agradeço a Lívia e a toda a Comunidade Batista pelo convite e pela recepção calorosa. Amamos vocês! Sabem que contamos com vocês, e podem contar conosco sempre!

Em breve, passaremos por aqui para anunciar um novo evento, realizado pela Companhia Geração Profética. Será sobrenatural!

12 de fev de 2013

Estudo: O Carnaval

Por Thaís Lira

Primeiramente, gostaria de deixar claro que não trata-se necessariamente de uma opinião pessoal. E sim de um estudo elaborado com base bíblica para alertá-los acerca de tal celebração. Esse texto, não é para que você trate as pessoas que celebram o Carnaval com ódio, desprezo ou qualquer coisa do tipo. Pelo contrário, o estudo, é para que você seja ainda mais edificado. E sobretudo: aprenda um pouco mais sobre o conceito bíblico acerca desse tipo de celebração.

Minha opinião pessoal sobre o Carnaval, não envolve a bíblia (pois entendo que ela fala por si só. Além do mais, é para quem crê). E como este espaço não é meu, e sim, nosso, eu resolvi compartilhar o que Deus ministrou ao meu coração no dia de hoje.

1. Um pouco sobre a história do Carnaval:

O Carnaval, como sabemos, não é uma festa genuinamente brasileira. Trata-se de uma celebração que surgiu na Grécia em meados 600 a 520 A.C (Antes de Cristo) como forma de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e produção. Há também, fortes hípoteses de que a festa tenha surgido na Europa, durante a era vitoriana. O que se sabe ao certo, é que os egipcios, os hebreus, os gregos e os romanos, já celebravam o Carnaval, antes mesmo de chegar ao Brasil. A forma como celebravam, variava de nação para nação. No geral, pintavam seus corpos, colocavam máscaras e fantasias, e saiam pelas ruas cantando e dançando a fim de espantar os demônios das más colheitas.

Antes mesmo do Brasil ser descoberto, o Carnaval já existia. Porém, no Brasil a primeira festa, aconteceu em 1641 para celebrar a coroação de Dom João IV. A celebração foi dirigida pelos Portugueses (século 17). Porém, a festa tornou-se oficial em nosso país no ano de 1884. E o que deu início a folia foi a brincadeira "Entrudo" (que quer dizer "Entrada, acesso") - era uma festa onde as pessoas atiravam ovos, laranja, groselha, farinha, e outros ingredientes nas ruas, tanto em quem estava participando da folia, quanto em quem não estava. Dando ênfase a tal liberdade (conceito mantido até hoje). Porém, a brincadeira com o passar dos anos, foi ficando tão violenta que foi proibida no Rio de Janeiro. Porém, em Recife, deram um novo nome a prática: "Mela-mela". E foi no século 20 que começou o Carnaval com desfiles, carros alegóricos, e blocos carnavalescos. A primeira escola de samba, nasceu em 12 de Agosto de 1928 no Rio de Janeiro, e carregava o nome: "Deixa falar". Em 1955, passou a chamar-se "Estácio de Sá". Depois disso, surgiram as demais escolas de carnaval mais populares de nosso país, se espalhando por toda a nação. À partir daí, começou as competições entre as ligas de carnaval. E foram nesses desfiles, onde os deuses passaram a ser encorporados e homenageados. Dentre eles, os mais conhecidos: Rei Momo, Pierrot e A colombiana.

O Carnaval é sempre celebrado sete Domingos antes do Domingo de Páscoa. Na verdade, essa data foi escolhida, por que no período de quaresma (40 dias antes da Celebração da Páscoa, os católicos Romanos, determinaram que não poderiam acontecer nenhum tipo de festas, bailes ou folias durante esse período). Por isso, antes desse período, TUDO ERA PERMITIDO, desde que na quarta-feira de cinzas, todos pedissem perdão pelos pecados cometidos durante o Carnaval. E é na Quarta-feira de cinzas que as máscaras começam a cair.

2. O Carnaval nos dias atuais

Mesmo havendo toda a história que contamos no estudo anterior, sabemos que muitas pessoas celebram o Carnaval, por simplesmente achar "legal". Alguns anos depois sobre o surgimento do Carnaval em nosso país, os brasileiros passaram a dizer que o Carnaval é uma festa genuinamente brasileira. O que já mostramos no estudo anterior que é uma grande mentira. Porém, devemos admitir: O Carnaval se tornou a maior festa popular de toda a história brasileira. É sem dúvidas, o período mais esperado pelos brasileiros, pelo comércio, pelas cervejarias, pelos famosos, pelas emissoras de televisão, pela mídia e por Satanás.

Hoje, o Carnaval continua com o conceito de "Tudo pode durante o Carnaval". Porém, a tal festa popular, passou a ser um comércio extravagante. Hoje, o Carnaval só é celebrado realmente pelos Ricos! Porém, a jornalista Rachel já mandou muito bem nessa parte:
E acrescento mais algumas coisas...

O Brasil ainda tem a tal censura, e ela se perde completamente no período de Carnaval. A tal pornografia, fica explícita durante o período de Carnaval. O que muda são alguns brilhinhos pra disfarçar um pouco. Acontecem tragédias terríveis durante o período de Carnaval. Este ano, foram várias que provavelmente a mídia não irá mostrar, pois estão muito ocupados mostrando os desfiles, os micos de famosos e a pontuação das Escolas de Samba. Porém, o mais inevitável, foi a tragédia que matou 4 pessoas em Santos: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/carnaval/2013/fotos/2013/02/veja-fotos-da-tragedia-que-matou-quatro-pessoas-no-carnaval-de-santos.html - isso, provavelmente, será a única coisa que a mídia vai mostrar.
3. O que a bíblia diz sobre o Carnaval:

A palavra de Deus é uma instrução para todos aqueles que estão atentos.
Começo com um versículo muito claro, sobre nos assentarmos com escarnecedores (pessoas que satisfazem as vontades da carne e abandonam o Espírito), que está em Salmos, capítulo 1, versículo 1, e diz: "Como é feliz o homem que não vai atrás da opinião de pessoas más, que não segue o exemplo dos pecadores, nem participa de rodinhas dos que zombam de Deus" - em versões mais antigas, diz: "Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detem no caminho dos pecadores, nem se assenta na mesa de escarnecedores". Essa passagem é bem clara sobre o posicionamento que o Senhor procura de nós. Esse tipo de ocasião, só serve para zombar de nosso Deus. E vou te dizer o porquê. Uma das manifestações mais conhecidas do Carnaval, é a entrega da chave do estado em questão ao Rei Momo. O Rei Momo é o deus da zombaria, do desequilíbrio. A pergunta é: O que será que nosso Deus pensa sobre esta ação? Será que nosso Deus permitiria a ação de entregar a chave da nação ao rei da Zombaria, do desequilíbrio? É claro que não! Além disso, nosso Deus é muito claro quando em um de seus mandamentos nos diz: "Não creia e não adore outros deuses além de mim" (Exodo 20.3)

Ok. Muitas pessoas estão ali adorando outros deuses por ignorância. Mas, o que dizer sobre os beberrões? A prostituição? A traição? A uso de drogas e entorpecentes? A violência ambiental? A violência durante os foliões? O prejuízo a cidade? O que dizer sobre o ato de cometer injustiças e prejuízos à nossa terra?
A palavra de Deus diz: "Em vez disso, vocês mesmos são os que erram, causando injustiças e prejuízos aos outros, e isso contra os seus próprios irmãos. Vocês não sabem que os que fazem tais coisas não têm parte no reino de Deus? Não se enganem a si próprios." (1ª Coríntios 6.8-9) A palavra de Deus também nos fala sobre o direito que temos de escolher, o livre arbítrio. Mas ela também é bem clara: "Posso fazer qualquer coisa que eu quiser, mas nem todas essas coisas são boas para mim. Mesmo que seja permitido fazê-las, eu recusarei, se achar que elas terão domínio sobre mim que não poderei deixar facilmente quando quiser". (1ª Coríntios 6.12)

Devemos estar atentos ao verdadeiro objetivo do diabo diante do Carnaval e qualquer outra festa que promova o pecado. Pois a palavra nos alerta que a intenção do diabo nada mais é que ROUBAR, MATAR e DESTRUIR. (João 10.10). 
Então, vamos ficar atentos. Vamos cuidar de nossos corpos, e aproveitar a liberdade com sabedoria.
"Porque vocês, caros irmãos, receberam a liberdade: não a liberdade para dar lugar à vontade da carne, mas a liberdade para amarem e servirem uns aos outros." (Gálatas 5.13)

Oração para o dia de hoje:

Que o Senhor estabeleça o seu trono sobre o Brasil e arranque de uma vez por todas o domínio de Satanas sobre nossa nação. Pois o domínio de Deus é cheio de amor e sabedoria. Domínio que não terá fim!
Atenciosamente;
Thaís Lira
Aproveito, e deixo à vocẽs uma música que foi minha trilha sonora durante todo o período do Carnaval. Trata-se de uma música da banda Engenheiros do Hawaii. E sem dúvidas, é um protesto muito coerente:
Outras frequências by Engenheiros do Hawaii on Grooveshark

5 de fev de 2013

Aulas de Dança - ACAS

Bom dia!

Como sabem, além de dança ministerial, dou aula de Jazz e outras modalidades integradas, além de levar juntamente com a Cia., oficinas de dança, workshops, palestras e conferências em escolas e eventos para os mais variados grupos. E há poucos meses, recebi um convite muito especial, para estar cumprindo contrato dando aula de dança na ACAS.

Trata-se de uma escola e associação filiada ao governo que trabalha com crianças de 5 à 15 anos, formando esses jovens profissionalmente e informando e cultivando a cultura e educação na vida de cada um deles. Um projeto excelente, qual tenho a honra em dizer que fiz (e ainda faço, por conta do contrato) parte.



O meu trabalho não era tão simples quanto parece. Precisava entregar nove coreografias para um espetáculo de Natal que tivemos em Dezembro. Precisei fazer isso em dois meses! O difícil, não era a quantia de músicas, nem mesmo elaborar as coreografias. Na verdade, o que me botou medo, foram os 150 alunos inscritos. Eu respirei fundo, mantive a calma e dei início ao trabalho. Fui muito respeitada, muito bem tratada por todos. As crianças demonstração um carinho muito grande por mim; recebi cartinhas, chocolate, presentinhos, desenhos e até mesmo as "obras de arte" que eles faziam na classe e carinhosamente me davam. Ah! Também recebi uma flor linda! - Voltando ao assunto principal, eram crianças dos mais variados esteriótipos, idades, culturas, religiões, costumes, desenvolturas... Tudo junto e misturado de verdade! Mas fomos felizes, e apesar do pouco tempo, bem sucedidos! Um desafio grande, pra quem trabalha nessa área, sabe bem que para um espetáculo sair perfeito, é preciso no mínimo um ano de ensaios diretos!



No dia do evento, tivemos muitos contratempos. Eu quase não consegui chegar ao evento por conta da chuva. Meu uniforme não serviu. As crianças não paravam quietas, uma adrenalina muito louca! Confesso: Não consegui ver a apresentação de tamanha correria. Mas entre Fevereiro e Maio eu retorno para dar aulas lá novamente, e vou finalmente pegar o DVD para assistir em casa o resultado do trabalho.

Levei a fotógrafa da Cia comigo. Ela é ótima, e sabe bem do que eu gosto. Trabalha muito bem, e fez algumas fotos do evento. Porém, por conta da correria, ainda não consegui pegar todas. Mas fica um vídeo de um dos ensaios com alunos de uma das turmas, e as fotos que mais gostei!



Espero que tenham gostado!

Comentário Extra: Quando Deus nos promete algo, Ele cumpre. Quando Deus nos diz que nos honrará e nos dará o melhor, Ele mesmo faz. Nada é por competência própria, e sim por total graça. Mas é preciso estar disposto.

3 de fev de 2013

O cristão pode dançar em ocasiões festivas?

 
Aluna da Cia. - Isabela Lima, dançando em um casamento.
 
 
Por Hermes C. Fernandes

“Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.” Mateus 11:16-17


Supondo que a questão da dança como expressão de louvor esteja superada, passemos adiante e reflitamos sobre a dança em seu aspecto social.
Haveria alguma base bíblica que respaldasse o boicote dos cristãos à dança? Seria errado que um pai de família dançasse a valsa na celebração dos quinze anos de sua filhinha? Ocasiões como casamentos, aniversários e formaturas não poderiam ser festejadas com danças? O marido que num rompante romântico tirasse a esposa para dançar estaria cometendo algum sacrilégio?

Sugiro que deixemos de lado nossos preconceitos e investiguemos o que dizem as Escrituras sobre isso.
O sábio Salomão salienta que “tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar (Ecl.3:1-4).
Certamente que ele não estava referindo-se à dança litúrgica, mas a celebração que fosse o contraponto do pranto e do luto.  Se num funeral, pranteava-se, num casamento era comum que os convivas acompanhassem os nubentes na dança.  No Israel dos tempos bíblicos, não havia bodas sem baile. Seria como um casamento sem bolo em nossos dias.  Duvido muito que o próprio Jesus não tenha dançando durante as bodas de Caná da Galileia. Teria sido uma desfeita, pra não dizer uma afronta.

Muitos cristãos preferem não frequentar festas porque se sentem deslocados quando a turma começa a dançar. Uns, simplesmente se levantam, e saem à francesa. Outros se sentem afrontados por acharem que sua presença deveria impor algum respeito.  Ora, se somos orientados a “chorar com os que choram e alegrar-nos com os que se alegram”, logo, deveríamos, no mínimo, sentir-nos contentes de vê-los celebrar.  Jamais deveríamos portar-nos como “estraga-prazeres”.
Lemos em Juízes 21 que a tribo de Benjamim se via ameaçada de extinção e que, por isso, seus homens foram a uma espécie de baile à procura de moças para se casarem.  “Quando as moças estavam dançando, cada homem tomou uma para fazer dela sua mulher. Depois voltaram para a sua herança, reconstruíram as cidades e se estabeleceram nelas” (Juízes 21:23). Aquela tribo foi salva por um baile.
É claro que não estamos aqui fazendo apologia aos bailes onde prevalece a imoralidade. A própria igreja ou as famílias poderiam promover celebrações onde os jovens pudessem se alegrar e bailar de maneira decente, saudável e divertida. Quantos anciãos poderiam aproveitar um baile da terceira idade para fazer amigos e até encontrar alguém com quem pudessem compartilhar o restante de sua vida!
Além de espirituais, também somos seres sociais.
Também não estou defendendo que se façam bailes como estratégia evangelística, mas como celebrações legítimas para o próprio povo de Deus, onde possamos dar boas gargalhadas, brincar entre amigos, cantar, dançar e festejar sem nos preocupar com críticas dos que se consideram super-espirituais.
A ausência de dança representava juízo de Deus sobre o Seu povo
Na Antiga Aliança, a falta de dança era resultado do juízo de Deus sobre o Seu povo.
“Cessou a alegria de nosso coração”, desabafa Jeremias,  “converteu-se em lamentação a nossa dança” (Lm. 5:15). Se o coração de Deus não estava alegre, isso acabava refletindo na vida social do Seu povo. Cria-se que a alegria do Senhor era força do Seu povo. Se Deus estava satisfeito, logo, todos festejavam. 

A propósito, o Deus que se revelou aos patriarcas e profetas é um Deus festeiro. Não foi à toa que Ele estabeleceu quatro festas anuais em Israel, e todas elas regadas a muita dança. 
Ora, se a ausência de dança indicava juízo, sua volta marcava a restauração da alegria do povo.
O mesmo profeta prediz:
“Então as moças dançarão de alegria, como também os jovens e os velhos. Transformarei o lamento deles em júbilo; eu lhes darei consolo e alegria em vez de tristeza.” Jeremias 31:13
O salmista também testifica: “Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria” (Sl. 30:11). Restauração é a palavra-chave. Onde quer que ela ocorra, sobram motivos para festejar.
Foi o que aconteceu no retorno do filho pródigo. Aquele momento precisava ser celebrado. Por isso, o pai mandou anunciar que naquela noite haveria baile na fazenda.  Não era um culto, mas um baile. Porém, aos ouvidos de Deus aquele baile soaria como um autêntico culto de ação de graça. Enquanto todos se divertiam, o filho mais velho que passara o dia no campo trabalhando chegou perto de casa, e “ouviu a música e as danças” (Lc. 15:25). Aquela foi a gota d’água. Ofendido, ele recusou-se a entrar na festa. Foi preciso que o pai saísse ao seu encontro e o convencesse de que aquela era uma ocasião propícia para celebrar. O filho que estava morto havia revivido.
Quantos de nós temos reagido exatamente como o filho mais velho da parábola? Não admitimos que outros celebrem. Questionamos suas motivações. Achamos que a única razão de celebrarmos é o fato de sermos salvos. Ok.  Esta é a mais forte razão, mas não é a única. Por que não festejarmos o nascimento de um filho? Por que não sair pra dançar com a esposa no aniversário de casamento? Por que não tirá-la pra dançar na sala de estar ao som de uma música romântica? Será que o Espírito Santo se sentiria ofendido ao ver um casal abraçado dançando romanticamente? Creio que não. Aborrecido ficaria ao vê-los brigar, discutir, se agredir verbalmente.
Sempre haverá ocasiões especiais para serem celebradas com danças. Lemos que “quando os soldados voltavam para casa, depois de Davi ter matado o filisteu, as mulheres saíram de todas as cidades de Israel ao encontro do rei Saul com cânticos e danças, com tamborins, com músicas alegres e instrumentos de três cordas.” (1 Sm. 18:6). E não eram propriamente louvores a Deus que entoavam.
Há quem pense que só podemos dançar canções que exaltem o nome do Senhor. Porém, há canções que, ainda que não mencionem o nome “Deus”, exaltam valores que nos são caros, tais como família, amizade, amor, etc.
Confesso que não me sentiria confortável dançando com a minha esposa ao som de louvores. A ocasião não é própria para isso. O que não falta é oportunidade de louvar ao meu Deus, e acho que Ele não se sente enciumado quando tiro minha esposa para dançar ao som de uma canção romântica secular. Desde que sua letra não afronte minha fé e meus valores, nada impede que eu a curta ao lado de quem amo.
No próximo post quero abordar o outro lado da moeda, mostrando como a dança tem sido usada como instrumento de sedução e alienação. 

[Comentário do blog Cia. Geração Profética - Ao publicarmos o artigo, não quer dizer necessariamente com tudo o que foi dito (com muita sabedoria, por sinal). Pois somos um corpo de vários membros. E cada um possuí seu pensamento sobre o assunto. Resolvemos compartilhar, pelo conteúdo expresso de forma tão sábia. Esperamos que tenham gostado.]

O Deus da dança


“Eu só creria num Deus que soubesse dançar” 
(Friedrich Nietzsche)

Por Caio Fábio
Meu pai não dançava, e não apenas porque a muleta o impedia, mas porque na família dele a dança não era tão celebrada, embora alguns dos meus tios gostassem de um arrasta pé à moda cabocla.
Minha mãe dançava menos ainda. Filha da Mãe Velhinha, protestante, puritana, com mania de limpeza, com ódio de festa, e seu trauma com um marido mulherengo, minha vovó não poderia nem sequer se imaginar dançando. Daí minha mãe jamais ter dançado, exceto depois de velha, e já puxada por mim como brincadeira.
Eu cresci sem dançar, embora, aí pelos 7 anos, eu adorasse tentar bailar. Dancei a primeira vez já aos 12 anos, quando, forçado por uma namoradinha, me vi diante de um “ou dança, ou dança”.
Então dancei pra não dançar. E gostei…
Dali em diante passei a dançar, até que conheci, em Manaus, aos 15 anos, alguns dos melhores dançarinos de salão que eu já tinha visto dançar.
Celsinho foi um amigo que me soltou na dança. Ele era habilidoso, e me tirou a timidez de rebolar machamente, de me deixar levar pelo som, de emprestar o corpo à musica, e de deixar a musica fazer possessão da alma, transformando isso em movimento e forma: estética em movimento e sincronia.
Então me soltei, e, durante anos dancei com imenso prazer, todos os dias, às vezes quase o dia inteiro, e, com certeza, todas as noites.
Eu tinha prazer em dançar!
Depois veio a conversão e o dançar entrou na lista das coisas mundanas que deveriam sair de minha existência. E, assim, nunca mais dancei, até que chegou dezembro de 1998, quando voltei a dançar, embalado também pelas agonias de meus desastres e tristezas, bem como da vergonha pública provocada pela exposição no malfadado “Dossiê Caymam”.
Dancei, dancei e dancei. Dancei como índio quando se prepara para a guerra. Escolhi seguir o ritmo das percussões quando dançava. E me abandonava, de olhos fechados, à tirania e à possessão que a musica exerce sobre aquele que entrega sua alma ao ritmo e o corpo ao movimento provocado pela força da musica.
E como me fez bem!
Depois disso não mais deixei e nem pretendo deixar de dançar com minha mulher. Dançamos em casa, dançamos sozinhos, dançamos em casamentos, em festas, e dançamos em pistas dançantes…
A minha pergunta é: por que os cristãos não dançam?
Como? Se o primeiro milagre aconteceu numa festa, se a volta do pecador a Deus é como uma festa com dança, se o convite do reino é para um casamento com festa, se Jesus vivia em festas e banquetes, e também se a Escritura inteira sempre relaciona a vinda da Graça à sociedade, com danças de virgens, folguedos na praça, canções de amor, e vinho de alegria?
Ora, até os judeus da idade da pedra da revelação, dançam. Dançam religiosamente; e dançam por mera alegria.
Mas os cristãos não dançam. Ora, de onde vem isto?
A viagem é longa, mas o roteiro básico é esse: o ascetismo que dominou setores da igreja, inibiu o estético e o artístico; a dicotomia gerada pela absorção do gnosticismo, produziu uma separação entre o material e o espiritual; o sacerdotalismo judaico, revivido pelo sacerdotalismo romano, com muitas absorções dos cultos pagãos, criou a ambiência do ‘misterioso sem movimento’; os movimentos de santificação pela via das mortificações, impediam qualquer que fosse a expressão de afeto e toque; e a chegada do puritanismo protestante, e seus filhotes comportamentais e legais, os pentecostais legalistas, consumaram a obra de paralisia do corpo em relação a nada que não seja sinal de comunicação, expressão de funcionalidade física e profissional, e minimamente no ato conjugal moderado e sóbrio.
Mas dançar? Jamais! Essa coisa de se mexer ao sabor dos contornos de uma música ou melodia, e de se entregar a movimentos coordenados e em harmonia com outro corpo, é algo que ofende o paganismo greco-romano-anglo-saxão-puritano, e que constituiu a parede emocional e cultural do protestante e do evangélico, até mais do que do católico.
Pela dança se celebra a alegria da vida, e tudo que é alegria de viver, é gratidão a Deus.
Dançar não só é gostoso, como também pode até mesmo conduzir a pessoa a uma espécie de êxtase. Não raramente me sinto arrebatado quando danço com sinceridade.
A dança é bela, linda, fascinante, mas só será sensual se quem dançar estiver gerando uma energia sensual; ou se o observador estiver com o olhar contaminado pela cobiça.
Dançar, no entanto, é extravasar a alma mediante uma linguagem supra-racional, e que pode ser pura expressão de ser e sentir.
Todavia, esse dançar não é acontece na “boquinha da garrafa”. Ele é portal dos sentidos e acontece nas fronteiras dos extra-sentidos. Portanto, não se inspira enquanto rebola subindo e descendo até a “boquinha da garrafa”.
Quando leio os evangelhos vejo cada vez mais Jesus se movendo conforme as ondas e melodias de cada musica histórica que o afetava como fado de enfermidade, como danças de curas, como balés de milagres, como poesia de mensagens, como plasticidade cênica incomparável; e como presença certa em muitos jantares e banquetes, não importando a casa, mas apenas a recepção.
Tudo em Jesus tem arte, estética, movimento, poesia, melodia e ritmo. E Suas histórias são cheias de imagens e parábolas de festa, dança e convites a banquetes divinos e casamentos.
Para Jesus até os anjos dançam e bailam quando uma consciência volta a si e se entrega ao amor do Pai.
A grande ironia é que o Evangelho da dança, do banquete, da festa, das bodas, dos beijos de reconciliação, e do bom humor e das histórias até irônicas, virou o Cristianismo e seus filhos, os quais são contra toda alegria que não seja explicitamente litúrgica, que são contra a alegria do corpo, que são contra o bailar livre da alma e do corpo como expressão de gratidão explosiva ou como mera expressão de gáudio humano e sadio.
Quem reclama muito disso hoje em dia são as mulheres dos homens crentes, que dizem que “não é bom”, porque o maridão crente não aprendeu a dançar.
Dançar pode ser terapêutico para tudo, inclusive para a vida sexual, sem falar que é um dos mais eficazes desopilantes psicológicos.
Jesus disse que os jejuns e tristezas seriam normais quando o Noivo (Jesus) fosse tirado dos discípulos. Mas isso seria apenas por “um pouco”, e, outra vez, em apenas um outro “um pouco”, e eles O veriam; e, dessa vez, sua alegria ninguém poderia tirar.
Para mim um dos maiores sinais de cura humana, psicológica, cultural, e de grande libertação acontecerá no dia em que eu vir os crentes dançando pela alegria de dançar, fazendo isto como celebração da vida, conforme Jesus ensina no espírito do Evangelho, o qual se estriba em Sua própria atitude frente às celebrações humanas e ante as simples alegrias desta vida.
O que os cristãos da religião precisam saber é que as danças da Nova Jerusalém não serão Piquiniques Evangélicos, mas ao contrário, serão celebrações de todas formas de expressão de vida que existirem nos povos.
Quem não gosta, melhor é que vença esse preconceito, pois, o convite eterno é para a Festa do Cordeiro.
Nele, em quem meu ser dança,

17 de jan de 2013

Despedida - Batista Reconquista

Por Thaís Lira

A vida é assim, fazer o quê?

Ela nos promove encontros, despedidas, chegadas, saídas... E como acreditamos: "Há um tempo para tudo",- assim, chegou o tempo de seguir em frente e cumprir chamado em um novo lugar. Não trata-se necessariamente de uma despedida. Na verdade, nunca será uma despedida! Estamos unidos para sempre! Porém, assim como qualquer caminhada na vida da gente, é preciso continuar, seguir em frente, adiante. E chegou o tempo de avançarmos, seguirmos em frente, continuarmos e irmos adiante!



O que deixo aqui, é minha gratidão e todo amor de mãe! A vocês e ao Criador. Obrigada pela oportunidade que me deram de aprender e de ter a honra de ser professora de vocês. Vocês foram e sempre serão os melhores alunos do mundo inteiro!!! Por que além de alunos, são amigos e filhinhos! E isso não muda jamais! 


Não há palavras que possam descrever e expressar toda a gratidão que tenho por cada um de vocês. Vocês foram sensacionais! Cresci e aprendi muito com vocês. E tratem com honra dobrada aquela que Deus levou para levá-los ainda mais adiante!





Vou levá-los comigo, aonde quer que eu vá! Vocês sempre estarão em meu coração!

Com muitooooo amor, a todos vocês que passaram por minha vida nos últimos meses - durante 365 dias de aula de dança ministerial.


Obrigada ao Pastor Paulo Rogério e sua esposa Josy, por terem acreditado em meu trabalho e em meu ministério. Vocês foram abençoadores. E espero que tenham sido abençoados. Sei que foram e serão ainda mais. Agradeço a minha aluna e agora líder pelo empenho, pelo amor e dedicação que teve durante este ano. Sei que o Senhor te levantou para levar esse ministério adiante, muito além! Te amo, filha! E agradeço a cada aluno pelo amor! Amo vocês, loucamente!

3 de nov de 2012

Quebra tudo e faz de novo

 
 POR THAÍS LIRA
Hoje, tive mais uma devocional com Deus. Onde mais uma vez, Ele falava sobre mudanças e sobre o "eu", sobre o "mim".

A primeira pergunta que fiz a Deus foi a seguinte:
"Por que as coisas, as pessoas e nós mesmos, mudamos o tempo todo?"

E me vieram algumas palavras, que entendi serem respostas e direções.
"Seja porém a palavra do homem, Sim ou Não. O que passar disso vem do maligno". (Mateus 5.37)

O seres humanos, desde a criação, tomam decisões erradas e têm atitudes erradas, e geralmente colocam a culpa em algo ou em alguém. As vezes, até no próprio Deus. No Eden, Eva comeu o fruto e colocou a culpa na serpente, Adão comeu o fruto e colocou a culpa em Eva. A serpente, por sua vez, colocou o fardo sobre Deus. Afinal, por que é que haveria uma árvore do conhecimento do bem e do mal, criada por Deus, e não servisse de alimento? Dessa forma a culpa é de Deus.

Da mesma forma acontece conosco, no cotidiano, em situações comuns. Como por exemplo, quando falamos da forma errada e dizemos: "É o meu jeito. DEUS me fez assim". Ou "Eu vou tomar essa decisão, por que Deus tem o melhor pra mim. E não é isto que esta acontecendo aqui".

1. Deus é o seu Criador. Mas não é Ele quem forja o seu caráter (a não ser que você esteja disposto a se re-educar novamente com Deus à frente, te moldando novamente e forjando o teu caráter e aperfeiçoando tus personalidade), e sim seu pai, sua mãe, e em determinada idade, você mesmo. Por isso, não diga que "Deus te fez assim". Deus te fez com um caráter perfeito, mas houve interferência humana, mais uma vez. Você precisa mudar sim! Reconheça isso. E mesmo que seja uma caracteristica de personalidade muito difícil, você, reconhecendo que precisa mudar, estará se esforçando para isso.

2. Assim como foi com Adão e Eva, Deus nos testa. Colocou diante deles um teste com grande nível de dificuldade, para ver até onde iria a vontade do homem de colocar-se no lugar de Deus. E pela primeira vez, o homem tomou uma decisão errada. O homem quis colocar-se no lugar de Deus. Decisão que afetou toda a humanidade para o resto ds existência humana. Quantas vezes nós nos colocamos no lugar de Deus (ou tentamos) e tomamos decisões erradas que irão prejudicar não apenas à nós, mas ao nosso ministério, nossa liderança, nossos liderados, nossos colegas de trabalho, nossos professores, nossos alunos, nossls familiares e até mesmo nossos conjugês? Sim. Pois o homem tem o poder de influenciar quem esta ao seu redor. Então, Deus se decepciona, mais uma vez. Deu a Eva a grande missão de conduzir os humanos pela eternidade, e Eva resolve deixar seu ego falar mais alto. O que era perfeito, torna-se imperfeito. O jardim cheio de flores e brotando rios de àguas vivas, com tempo, esta vazio e ser flores. O medo vem. A tempestade vem. As dores vêm. As mortes...

Desde o grande pecado, temos que morrer todos os dias. Não digo de morte fisica. Mas morte de ego. Todos os dias, temos que morrer. Morrer para nossas vontades, para nossas decisões precipitadas, para nosso apetite carnal, para nós mesmos. "É necessario que Deus cresça e eu diminua".

O que temos que pedir hoje é que o Senhor forje nosso carater. Que esteja a frente de nós, nos dando força para dizer sim e manter nosso posicionamento, e também para dizer não e mantê-lo, se aquilo for o correto.

A partir de hoje, que Deus esteja a frente de suas decisões. Que não seja o seu ego, a sua vontade, o seu desejo, a sua carne, o seu coração, a sua mente. E sim a vontade de Deus em você. Que suas palavras sejam todas a palavra revelada da parte de Deus através de sua boca. Que sua fé seja inabalável, assim como o seu chamado. E que a partir de hoje o "Sim, sim a Cristo" valha a pena e o "Não, não à mim mesmo" também.

Amém, amém!